Perder peso, cuidado onde vai se tratar

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A “operação verão” já começou. A chegada do bom tempo provoca em muita gente a preocupação sobre seu corpo. Emagrecer converte-se em um objetivo em curto prazo nestas datas. Há aqueles que buscam perder peso por razões de saúde. Em geral, muita gente anda buscando uma solução para seus problemas com os quilos.

Mas onde vão todas estas pessoas para emagrecer? E, mais importante todos os centros oferecem soluções para isso?

Segundo um estudo, dois em cada três centros que oferecem ajuda para perder peso, sejam ervas, locais de dietética, farmácias, centros de estética ou inclusive consultas em consultórios, apresentam algum tipo de deficiência.

O estudo realizado por 22 pessoas tem suspendido à maioria (68%) de centros de emagrecimento visitados durante cerca de um mês. Para realizar o estudo, as pessoas fizeram-se passar por possíveis clientes. Dos 22 técnicos que visitaram os centros, a metade deles não precisavam emagrecer, cinco padeciam um ligeiro sobrepeso e o resto, 6 pessoas, eram obesos de diferente grau.

A pesquisa mostra que “O estudo se refere só à primeira consulta”. Estes são os defeitos mais comuns que o estudo apresenta: “a maioria não identificam de maneira adequada o problema, apresenta o pior tipo de tratamento ao usuário. Um de cada três centros de emagrecimento propõe perdas de peso excessivamente rápidas para apareçam os resultados, proporção que coincide com a de centros em que os clientes não são atendidos por médicos especializados ou experientes em nutrição.

Os demais 46% recomendam tratamentos com ‘produtos estrela’ (produtos ou suplementos dietéticos em lugar de uma dieta personalizada que tenha em conta os hábitos alimentares e estilos de vida do paciente).

Igualmente 33% dos centros propôs emagrecimento rápido demais, o que é contra indicado pelos profissionais mais sérios que ajudam as pessoas a emagrecerem.

O necessário, segundo os experientes é necessário fazer “uma dieta personalizada que tenha em conta os hábitos alimentares e estilos de vida do paciente”.

No tema econômico, também existe algum ponto pouco claro. Assim, em vez de pagar porcada consulta, há lugares (21%) onde se paga adiantado todo o tratamento, de até 8.879 reais. Finalmente, ainda que em todos os centros trabalham médicos nutricionistas ou formados e técnicos em dietas alimentares, na primeira consulta o paciente pode ser entrevistado por comerciantes, donas-de-casa, biólogos, naturistas ou psicólogos.

Em definitiva, um relatório que apresenta um panorama muito preocupante neste campo, que deveria ter uma regulação mais estrita, já que pode chegar a mexer com a saúde das pessoas.

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